Polícia investiga desaparecimento de turista de Brasília hospedado no Itaim Bibi, Zona Sul de SP
17/07/2026
(Foto: Reprodução) Leonardo Siqueira Alves, de 26 anos, foi visto pela última vez no dia 12 de julho
Reprodução/Redes Sociais
A Polícia Civil investiga o desaparecimento de um turista de Brasília que viajou para São Paulo e foi visto pela última vez no Itaim Bibi, na Zona Sul da capital.
Segundo o boletim de ocorrência, Leonardo Siqueira Alves, de 26 anos, foi visto pela última vez em 12 de julho, por volta das 20h. Desde então, familiares não conseguiram mais contato com ele. O celular está fora de área e sem localização pelo iCloud.
Leonardo estava hospedado em um apartamento no Itaim Bibi, com reserva até 14 de julho. No entanto, o local informou aos familiares que ele não foi encontrado no imóvel.
De acordo com o boletim de ocorrência, Leonardo saiu de Brasília dirigindo um Fiat Pulse branco, veículo pertencente ao pai dele. Conforme relato de um amigo da família, ele viajou para São Paulo com a intenção de comprar outro carro.
O desaparecimento foi registrado pelo primo da vítima, que informou que esta era a segunda visita de Leonardo à capital paulista. O boletim de ocorrência foi encaminhado aos órgãos de segurança para auxiliar nas buscas.
Leonardo Siqueira Alves, de 26 anos, foi visto pela última vez no dia 12 de julho
Reprodução/Redes Sociais
Em nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que a Polícia Civil investiga o desaparecimento.
Segundo a pasta, o caso foi encaminhado ao Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), que realiza diligências para localizá-lo. Policiais do 15º Distrito Policial também participam das buscas.
Caso de advogado do Rio de Janeiro
Pedro Ely Cordeiro dos Santos estava desaparecido deste o dia 10 de julho
Divulgação
O desaparecimento de Leonardo Siqueira Alves é o segundo ocorrido com turistas de outros estados hospedados no Itaim Bibi, em São Paulo.
O advogado carioca Pedro Ely Cordeiro dos Santos, de 43 anos, foi encontrado morto na terça-feira (14), quatro dias após desaparecer na região da Vila Madalena, na Zona Oeste.
Pedro estava desaparecido desde a madrugada da última sexta-feira (10). Segundo o boletim de ocorrência registrado pela irmã da vítima, na noite de 9 de julho ele saiu com um amigo para assistir aos jogos da Copa do Mundo em bares da Vila Madalena.
Ainda conforme o registro, por volta de 0h30, os dois embarcaram em um carro de aplicativo Uber Black na Rua Aspicuelta com destino à Rua Canário, em Moema, onde o amigo desembarcaria. A corrida foi encerrada às 0h48.
O combinado era que Pedro seguisse para o Hotel Mercure JK, na Vila Olímpia, em outro carro por aplicativo. No entanto, o amigo informou que não sabe dizer se o advogado realmente desembarcou para solicitar uma nova corrida ou se permaneceu no veículo.
Câmeras de segurança registraram advogado em adega momentos antes de ser achado morto
Segundo o boletim de ocorrência, Pedro foi encontrado por volta das 4h da última sexta-feira (10) na calçada da Rua Fradique Coutinho, 1108, em Pinheiros, na Zona Oeste da capital.
Policiais militares foram acionados pelo Copom para prestar apoio ao Samu após a informação de que um homem havia morrido no local.
Câmeras de segurança registraram o advogado carioca entrando em uma adega acompanhado de outro homem momentos antes de ser encontrado morto na Zona Oeste de São Paulo.
Nas imagens, é possível ver que Pedro Ely Cordeiro entrou em uma adega na Rua Aspicuelta, na Vila Madalena, às 2h50 de sexta-feira, acompanhado de um homem de boné branco. Cerca de 40 minutos depois, Pedro foi localizado caído a poucas quadras do estabelecimento.
Câmeras mostram advogado carioca entrando em adega com homem antes de ser encontrado morto em SP
Reprodução/Câmera de segurança
De acordo com a polícia, foram encontrados registros de compras feitas com o cartão do advogado nesse estabelecimento. O homem de boné branco ainda não identificado pelos investigadores e não é o amigo que saiu com ele horas antes para assistir aos jogos da Copa.
Os exames necroscópico e toxicológico devem sair em até três semanas e vão indicar a causa da morte, além de apontar se ele ingeriu alguma substância antes de passar mal.
Como o corpo não apresentava sinais aparentes de violência, a Polícia Civil aguarda o resultado dos laudos para esclarecer o caso.